
Amar Jane Austen é mesmo muito sofrido. A autora inglesa escreveu apenas seis romances e alguns textos soltos da infância e adolescência. Muito pouco para seus apaixonados, que acabam lendo e relendo os seis, saboreando cada frase, assim como suas heroínas lembram e relembram também em detalhes as conversas que tiveram com Mr. Darcy ou Mr. Knightley.
Mas tudo bem. Afinal, essa sensação de que "poderíamos ter mais"/"poderíamos ter sido mais felizes" é tão genuinamente austeniana, que respeito a escassez de romances como se fosse uma opção de estilo da autora.
Isso não me impede, porém, de ser a primeira da fila para qualquer livro inspirado ou filme adaptado de sua obra.
Foi assim que conheci, há uns três anos, o romance "The Jane Austen Book Club", de
Karen Joy Fowler. E, assim que saiu em DVD, aluguei.
Isso foi ontem. E recomendo os dois.
Detalhe:
A cópia da BlockBuster nos faz crer que Jane Austen veio de Austin, capital do Texas.

Ou até, quem sabe, do brasileirado bairro de Austin, com sílaba tônica no "tin", bem ali na Baixada Fluminense, depois de Caxias, no Rio. Vide a grafia da caixinha acima.
Tirada do Álbum:
Olha eu aí, toda pimpona, há uns 6 anos atrás, no Centro Jane Austen, em Bath, Inglaterra.
Jane morou numa casa igual a essa, na mesma rua.

Muito tiete?